terça-feira, 1 de dezembro de 2015

GRUPOS DE ESTUDOS DO 6o. PERÍODO DE DIREITO NOTURNO DA FACTHUS APRESENTAM SEUS TRABALHOS DE CONCLUSÃO

Após um semestre de esforços intensos mais de 100 alunos do 6o. Período de Direito Noturno da Faculdade de Talentos Humanos (FACTHUS), apresentaram os trabalhos com o conteúdo conclusivo de cada um dos temas tratados ao longo das atividades.

Ao todo foram quatorze grupos de trabalho que, sob a orientação do Professor François Ramos, dedicaram-se à análise de diferentes projetos que integram a iniciativa legislativa nacional.

O desenvolvimento dos trabalhos fugiu ao pragmatismo jurídico tradicional. A Interdisciplinaridade é um conceito que se tornou comum no discurso educacional do século XX, embora possua origem distante, pois está diretamente relacionado a revolução de conhecimentos deflagrada no século XV, quando novos conhecimentos, práticas e técnicas de pesquisa transformaram a ciência, tornando-a mais objetiva e rica. E assim sendo, não poderia deixar de ser incorporada ao ensino jurídico contemporâneo.

No Brasil, a interdisciplinaridade foi introduzida ao contexto da educação formal em 1971, por intermédio da Lei de Diretrizes e Bases (5.692), infleunciando de forma definitiva as propostas curriculares.
 
Desenvolver trabalhos com uma perspectiva que promova a interação entre disciplinas distintas contribui para a construção de um saber crítico-reflexivo que é indispensável ao aprendizado do indivíduo.

É exatamente isso o que se extrai do trabalho organizado pelo mestre François Silva Ramos no desenvolvimento das atividades propostas aos quatorze grupos de estudos do 6o. Período de Direito da FACTHUS neste 2o. semestre de 2015.

O resultado foi a apresentação de conclusões que superam a fragmentação disciplinar, relacionando áreas diversas do conhecimento e combinando-as para melhor compreender as realidades temáticas propostas. São atividades dessa natureza que permitem ao indivíduo alcançar progressivamente o desenvolvimento pleno de suas capacidades, tornando-o apto não apenas a enfrentar o mercado de trabalho, mas a participar efetivamente dos processos que definem os rumos de um País, exetamente como exige a moderna concepção de cidadania.